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terça-feira, 12 de julho de 2011

"Incerteza filosófica"

Um dia desses, meu gerente chorava de rir, em sua mesa ao ler um e-mail. Alguns dias depois ria de um documento em suas mãos. Eu rio por quase tudo, pois senão eu choro. Já viram uma certidão de objeto e pé; sem objeto e muito menos pé? Eu já. Isso mesmo, constava lá no documento: objeto: nenhum objeto encontrado. Situação: sem informações. E você faz o que? Envia pro banco, e reza. UFA! Até agora, o banco não disse nada, também vai falar o que? ou melhor sobre o que? Há de convir que, uma caixa sem nenhum objeto, é uma caixa vazia, como é que o banco vai questionar o que teoricamente não existe? Tudo bem, tem a tal da Lei da Incerteza Filosófica: “É impossível saber se alguma observação, medida, ou percepção, corresponde de fato à realidade”.
Por isso que eu digo: Fazer o que? REZAR.
É, no fim passou, o banco nem sequer mencionou... caixa vazia é realmente uma caixa vazia... Graças a Deus!
Ainda na "Incerteza filosófica", nesse ramo de imóveis, teoricamente, é fácil, né?.. O cliente gosta do imóvel, compra e pronto... Só que a coisa não acontece bem assim, quer ver, coisa comum, corriqueira mesmo: "Adorei o imóvel, vou pensar, te mando a proposta...", vixi... falou assim, esquece! No dia seguinte: "Ah, não; os quartos são pequenos"..."... não gosto desta rua..." "mudei de idéia" (é, vai pra onde Judas perdeu as botas!...). Ai, que complicado!
E o corretor, claro... Só fica que nem os patinhos do tiro ao alvo, prá lá e prá cá... na mira de proprietários e clientes, quando não entre eles mesmos... É, nada como ser gente!
Mas isso é só o começo...