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domingo, 30 de janeiro de 2011

"O famoso "Um dia de cão""

Sabe aqueles dias, que você acorda, mas tem a sensação que era melhor ter virado a página do calendário direto para o dia seguinte, pra não dizer semana que vem, ou... quem sabe? Essa história, talvez comum a todos os seres "inevitavelmente" humanos que somos nós; eu diria que engraçada, para não dizer outra coisa... Acordei, num dia quente, que lembra a caldeira do inferno, aliás, quem abriu a porta do inferno?? Que calor, insuportável, neste janeiro de 2011, ..., ufa, ...; minha mãe simplesmente me disse: "Essa profissão não presta...", "Era melhor ter continuado casada...", "Você está a dois anos, nesta profissão, e não tem dinheiro!", "Ganha 4 mil, gasta 3 mil pra trabalhar...", "É a mais pura verdade...", saí arrasada, ..., mas, afinal, compromisso é compromisso, tinha que ir...
Estávamos eu e minha sócia Sandra na porta de um prédio na rua Girassol, Vila Madalena, às 9h30 do domingão de SOL, muuuuuuiiiitoooooo SOL, o cliente não chegou, esqueceu? estava dormindo? Não, apenas imaginou que o agendamento era para amanhã - segunda-feira! Até aí, tudo bem!
De volta ao escritório: chega meu colega de equipe, o André, eram precisamente 10h04, quando deu entrada no sistema da empresa... E, um efusivo comentário: "Nossa recebi uma fac, às 09h59!!" COMO ASSIM???? Não pode receber fac se não estava na empresa!!!!!! Valor: 3 milhões!!!! Indignação, ..., tenho três vezes mais autorizações que ele!?! E, eu estava na empresa!
Adoro o André, mas tudo é o DIA! E, ainda são 13h11!!!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"Suave coação"

Esta expressão seria mais comum, se fosse um "suave coração", mas a história que vou contar, certamente é muito mais que coração ou coação. Suavidade e sutileza do sexo feminino nos negócios.
Ouvi uma história hoje, que poderia ser antiga, se não fossem suas sutilezas...
Certa vez em uma reunião de negócios imobiliários, mas precisamente transação de compra e venda, eis a questão: um fluxo de pagamento faltando 70 mil reais, isso mesmo, a bagatela de 70 mil reais; mesmo após exaustivas negociações... Finalmente na "mesa", conseguiu-se um acordo; mas como nem tudo é perfeito, havia mais um pequeno detalhe, que exasperou uma das partes, imediatamente, uma senhora de uns 70 anos, muito ativa e hábil, aproximou-se do senhor sério e sóbrio, tocou-lhe as mãos, olhou fundo em seus olhos, e com a suavidade de uma pétala fresca; disse algo assim: "Há mais coisas na vida para se preocupar, não se desgaste com isso, mas da continuidade ao negócio..." O senhor desconcertado, aceitou o impasse e fechou o negócio, gerando ao comentário: "a mulher é o sexo frágil", ele imediatamente retrucou e disse que com certeza o homem é que é frágil, pois se perde, na bebida e em outros vícios mundanos... quando perde sua mulher!
Após ouvir essa história, um dos ouvintes mencionou o fato como coação, eu, como suave coação; a inteligência de ser mulher e saber utilizar os trunfos que possui... Muitas vezes a agressão impede de ouvir, enquanto a suavidade traz à razão...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Primeira Postagem"

Pois é, a verdade é que nunca me imaginei corretora, quanto mais blogeira - mas aqui estamos.
Alguém sonha com a corretagem? O que vejo todos os dias são pessoas "torcendo o nariz", ou então,  se perguntando "O que que eu tô fazendo aqui?" Somos ex-executivos, ex-arquitetos, ex-engenheiros, ex-psicólogos, ex..., podemos ser "ex" em alguma coisa? Acho que não...
O fato é que nunca ri tanto em minha vida...
Hoje estou de férias - 4 dias - é o meu terceiro dia - semana passada, alguém disse assim: " Vou vender um milhão hoje!" Ao que, seguramente, ouviu-se um sonoro: "Imagine o tamanho da pipoca?!", ardido e acompanhado de um olhar feminino e maldoso...